terça-feira, 10 de maio de 2011

Ladrões

Esta será provavelmente a primeira de muitas publicações que prometo colocar on-line neste blogue. E prometo ser incómodo mesmo quando tiver que cortar a direito naqueles que mais admiro pois, para mim, um amigo não é aquele que nos dá palmadas nas costas mas sim aquele que nos diz que estamos a errar e nos apresenta um caminho alternativo.

Hoje o assunto vai directamente parar à sondagem publicada hoje no DN e que dá um empate técnico (com ligeira vantagem para o PSD) às duas forças do centro do arco da governabilidade. Sondagens são sondagens e valem o que valem, podem dizer os analistas e os políticos profissionais, mas, para o comum dos cidadãos, onde eu me incluo, esta sondagem quer dizer que o nosso país está de facto entregue a uma gente que não merece nem pode continuar à frente dos destinos da Nação.

Verificamos que o PS com 35% das intenções de voto segue “confortavelmente” no 2º lugar deste estudo, ou seja, 35% dos portugueses compactuam com o continuar do amiguismo, do clientelismo, do esbanjamento dos parcos recursos nacionais, ou seja, querem continuar a viver acima das suas possibilidades!

Basta! Eu, como os restantes 65% da população dizemos que já chega de nos subtraírem impostos e taxas nos salários, nas compras, nos combustíveis, na saúde, para todo o lado que nos viramos temos um imposto para pagar, para que outros possam usar esse dinheiro para, por exemplo, renovar frotas automóveis (como fizeram no inicio deste ano, no advento do pedido de ajuda ao FMI), pagar a fundações que só existem para sorver recursos monetários (caso por exemplo da Fundação Saramago… ele sempre disse mal do nosso país e, agora, depois de morto, alimentamos a memória de alguém a quem Portugal causava asco?), entre outros casos…

Analisemos meus caros cidadãos, portanto, o que realmente importa. O estado de Portugal e o que REALMENTE podemos fazer para que não voltemos a cair outra vez.
O FMI prepara-se para emprestar a Portugal qualquer coisa como 78 mil milhões de euros. Esse montante corresponde mais ou menos ao que a divida cresceu nos últimos anos. Temos que decidir apenas uma coisa. Queremos que os mesmos que esbanjaram continuem a deitar dinheiro fora ou a dar aos amigos? Ou queremos um país mais justo e com mais equidade social?

Reflictam…

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