São a justificação que o PS tem para atacar a direita com força pois "encomendam" os empates técnicos para acenarem com a desgraça que seria o país cair nas mãos da direita (já devia ter acontecido em 2009 mas espero que ainda vá a tempo). E são a justificação para o PSD acenar com o voto útil para que as pessoas deixem de votar no CDS pois, segundo os laranjas, é preciso reforçar a votação no PSD.
Vejamos a realidade. O PSD já sabe que ganhou, sem maioria é um facto, e está a tentar obter essa mesma maioria retirando votos ao CDS/PP. O PS já sabe que perdeu, mas quer minimizar as perdas indo buscar votos aos indecisos e à extrema esquerda descontente com o crescente radicalismo desta ala. E quer um quer outro insultam quem diz que basta de baixar de nível. Quer um quer outro querem debater sondagens em vez de falar do que verdadeiramente importa à Nação!
Mas o que é isto? É preciso andarem os Presidentes de Câmara a insultar e a fazerem ameaças aos candidatos a Primeiro Ministro? Sim porque ele também o é! Quer queira, quer não, Paulo Portas é candidato a Primeiro Ministro com todo o mérito!
Acredito que o Dr. Luis Filipe Menezes poderá às vezes meter medo mas não aos do CDS. Não... Nós que começamos cercados pela extrema-esquerda no Palácio de Cristal não iríamos ter medo de um presidente de câmara que devia era estar caladinho e olhar para os seus telhados antes de dar qualquer lição de moral!
Enfim... são sete as razões que me levam a olhar para o voto no CDS como o voto mais inteligente e essas sete razões foram enumeradas ontem por Paulo Portas:
«O CDS é mais independente em relação ao Estado e às suas empresas, mais favorável à concorrência na economia, mais prudente nas privatizações, mais humanista na saúde, mais comprometido com a questão social e com os mais pobres, mais exigente na segurança e mais corajoso na justiça».
quarta-feira, 25 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Ora aí está...
Agora Sócrates decidiu começar a acenar com o desentendimento entre o PSD e o CDS enquanto um senhor que me recuso dizer o nome vem dizer que os políticos com P grande deste país são José Sócrates e Paulo Portas...
Mas afinal será que não ouviram o que o P.P. disse? PS com Sócrates nunca! Ora aí está! Sem meias palavras, sem tentativas de ilusionismo! Directo e conciso... E não é disso que Portugal precisa? De gente que não tenha falinhas mansas, que diga o que pensa olhos nos olhos?
Estou cada vez mais convencido que desta vez vamos mesmo ver a força do voto.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Uma pergunta que se impõe
Porque é que Sócrates insiste em falar em radicalismo ideológico?
Porque o país está de tal forma parado que a mais pequena forma de o pôr a andar parece o maior dos radicalismos para os socialistas!
Porque o país está de tal forma parado que a mais pequena forma de o pôr a andar parece o maior dos radicalismos para os socialistas!
terça-feira, 17 de maio de 2011
Nos últimos dias...
José Sócrates afinal não é candidato a primeiro ministro mas sim candidato a comentador dos programas políticos dos outros partidos!
Já o PSD continua a atacar quem verdadeiramente apresenta soluções concretas para aquele que é, para mim, o maior problema do país: O Crescimento Económico!
Sem Crescimento Económico não nos adianta de nada as medidas de austeridade e os sacrifícios que vamos fazer nos próximos anos. Sem ele o desemprego não vai parar de aumentar, as taxas de juro continuarão a subir e o poder de compra a diminuir.
Só ouço um partido a falar em medidas que realmente fomentam o Crescimento Económico. E vejo um partido a ataca-lo pois sabe que só com os votos dele é que consegue a maioria absoluta.
Eu sou sincero, vejo neste momento um ponto de viragem na política portuguesa. Os portugueses começam a olhar para três candidatos a PM em vez de 2. A bi-partidarização está à beira do fim. Com os números que o CDS vai obter nestas eleições muitos irão ficar surpreendidos.
Há uns dois anos atrás no Congresso do CDS das Caldas da Raínha houve um congressista que subiu ao palanque e que disse que sentia o pulsar de mudança no país, que se ouvia em surdina um grito de revolta pelo estado a que o país tinha chegado. Não sou adivinho, apenas limitei-me a dizer aquilo em que acreditava. E os resultados começam a surgir!
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Do Além!
Ouvi uma voz do além, como se de um fantasma se tratasse...
Era uma voz tenebrosa que falava em "tiques socráticos"!
Pensei que os mortos não falavam mas este elevou-se das profundezas para proferir mais uma asneira.
Era uma voz tenebrosa que falava em "tiques socráticos"!
Pensei que os mortos não falavam mas este elevou-se das profundezas para proferir mais uma asneira.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
E tudo o Blogger apagou!
Lamento informar que o texto Herói da Pátria foi irremediavelmente apagado do blog devido à falha que ocorreu no servidor Blogger. Espero que seja resposta a situação o mais breve possível.
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Herói da Pátria
Hoje sinto-me um Herói da Pátria. Capaz de mudar o rumo de Portugal. Capaz de me sentar a uma mesa e enfrentar desde sindicalistas a especuladores. Todos sem excepção! E sei que irei contribuir para essa mudança que, mais do que necessária, se torna urgente pela dimensão que atingiu a crise que a Nação atravessa.
Dia 5 vou votar! Sim, eu vou votar porque é com o voto que se conseguem as mudanças que urgem ser feitas! E fico completamente perplexo com aqueles que apelam a que se vote em branco como forma de pressão para mudar os nossos políticos!
Dizem eles: “Se conseguirmos mais do que X por cento dos votos em branco eles não se podem candidatar outra vez e temos eleições de novo.” E eu digo: “OK. E os gastos que o Estado vai ter na realização de novas eleições? Já não basta a dívida soberana que temos?”
Acho que, mais do que apelar ao voto em branco, que mais parece o apelo a um estado de “laissez faire, laissez passer” que se votarem em branco não se comprometem com nada e isto muda por si só, devíamos sim apelar à intervenção cívica dos nossos cidadãos na vida política. Devíamos promover o interesse dos cidadãos pelas questões que lhes interessam. Os problemas dos seus bairros, das suas aldeias, vilas e cidades. Mas também mostrar aos políticos deste país que os cidadãos se interessam por aquilo que eles andam a fazer, mostrar-lhes que os cidadãos estão informados, que percebem do que falam.
O que precisamos é que cada um de nós se torne num pequeno “Herói da Pátria” e se faça notar, que cada um de nós mude a mentalidade que nos foi incutida ao longo dos tempos e que passemos a acreditar que é possível mudar o País.
Não é preciso estar num partido para sermos políticos. Mas é preciso amar a Pátria para termos a força de mudar o status quo!
terça-feira, 10 de maio de 2011
Ladrões
Esta será provavelmente a primeira de muitas publicações que prometo colocar on-line neste blogue. E prometo ser incómodo mesmo quando tiver que cortar a direito naqueles que mais admiro pois, para mim, um amigo não é aquele que nos dá palmadas nas costas mas sim aquele que nos diz que estamos a errar e nos apresenta um caminho alternativo.
Hoje o assunto vai directamente parar à sondagem publicada hoje no DN e que dá um empate técnico (com ligeira vantagem para o PSD) às duas forças do centro do arco da governabilidade. Sondagens são sondagens e valem o que valem, podem dizer os analistas e os políticos profissionais, mas, para o comum dos cidadãos, onde eu me incluo, esta sondagem quer dizer que o nosso país está de facto entregue a uma gente que não merece nem pode continuar à frente dos destinos da Nação.
Verificamos que o PS com 35% das intenções de voto segue “confortavelmente” no 2º lugar deste estudo, ou seja, 35% dos portugueses compactuam com o continuar do amiguismo, do clientelismo, do esbanjamento dos parcos recursos nacionais, ou seja, querem continuar a viver acima das suas possibilidades!
Basta! Eu, como os restantes 65% da população dizemos que já chega de nos subtraírem impostos e taxas nos salários, nas compras, nos combustíveis, na saúde, para todo o lado que nos viramos temos um imposto para pagar, para que outros possam usar esse dinheiro para, por exemplo, renovar frotas automóveis (como fizeram no inicio deste ano, no advento do pedido de ajuda ao FMI), pagar a fundações que só existem para sorver recursos monetários (caso por exemplo da Fundação Saramago… ele sempre disse mal do nosso país e, agora, depois de morto, alimentamos a memória de alguém a quem Portugal causava asco?), entre outros casos…
Analisemos meus caros cidadãos, portanto, o que realmente importa. O estado de Portugal e o que REALMENTE podemos fazer para que não voltemos a cair outra vez.
O FMI prepara-se para emprestar a Portugal qualquer coisa como 78 mil milhões de euros. Esse montante corresponde mais ou menos ao que a divida cresceu nos últimos anos. Temos que decidir apenas uma coisa. Queremos que os mesmos que esbanjaram continuem a deitar dinheiro fora ou a dar aos amigos? Ou queremos um país mais justo e com mais equidade social?
Reflictam…
Subscrever:
Mensagens (Atom)